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sexta-feira, 27 de março de 2015

PIB varia 0,3% no 4º trimestre e 0,1% no ano

Fonte: Revista Exame

São Paulo - O PIB do Brasil cresceu 0,3% no 4º trimestre em relação ao anterior, divulgou hoje o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em relação ao mesmo período do ano passado, houve queda de 0,2%.

Com isso, o resultado final de 2014 ficou em 0,1%, o que o IBGE considera "estabilidade". É o pior resultado desde 2009, no auge da crise internacional, quando o país registrou recessão de 0,2%.

Em relação ao trimestre anterior, a indústria ficou praticamente estável em 0,1% e agropecuária e serviços cresceram 1,8% e 0,3%, respectivamente.

No resultado anual, houve queda significativa da indústria (-1,2%) e crescimento na agropecuária (0,4%) e nos serviços (0,7%)

O investimento desabou 5,8% em relação ao mesmo trimestre do ano passado e 4,4% no ano. Este resultado foi compensado por aumentos anuais no consumo das famílias (0,9%) e do governo (1,3%).

O PIB per capita caiu 0,7% e ficou em R$ 27.229, enquanto o PIB total chegou a R$ 5,52 trilhões. A taxa de investimento ficou em 19,7% e a de poupança em 15,8%.

No acumulado do ano, o setor externo registrou queda tanto nas importações (-1%) quanto nas exportações (-1,1%).

Os cálculos já usam a nova metodologia do IBGE, que inclui novos dados, modifica outros e incorpora as recomendações da mais recente revisão do manual organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), Fundo Monetário Internacional (FMI), Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Banco Mundial.

Os resultados de anos anteriores também foram revistos com o novo critério.

 São Paulo - O PIB do Brasil cresceu 0,3% no 4º trimestre em relação ao anterior, divulgou hoje o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em relação ao mesmo período do ano passado, houve queda de 0,2%.

Com isso, o resultado final de 2014 ficou em 0,1%, o que o IBGE considera "estabilidade". É o pior resultado desde 2009, no auge da crise internacional, quando o país registrou recessão de 0,2%.

Em relação ao trimestre anterior, a indústria ficou praticamente estável em 0,1% e agropecuária e serviços cresceram 1,8% e 0,3%, respectivamente.

No resultado anual, houve queda significativa da indústria (-1,2%) e crescimento na agropecuária (0,4%) e nos serviços (0,7%)

O investimento desabou 5,8% em relação ao mesmo trimestre do ano passado e 4,4% no ano. Este resultado foi compensado por aumentos anuais no consumo das famílias (0,9%) e do governo (1,3%).

O PIB per capita caiu 0,7% e ficou em R$ 27.229, enquanto o PIB total chegou a R$ 5,52 trilhões. A taxa de investimento ficou em 19,7% e a de poupança em 15,8%.

No acumulado do ano, o setor externo registrou queda tanto nas importações (-1%) quanto nas exportações (-1,1%).

Os cálculos já usam a nova metodologia do IBGE, que inclui novos dados, modifica outros e incorpora as recomendações da mais recente revisão do manual organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), Fundo Monetário Internacional (FMI), Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Banco Mundial.

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